Quarta, 26 de Agosto de 2026
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MP fixa prazo de 48 horas para pagamento de salários de médicos do Santa Helena para evitar colapso Ele cobrou informações dos secretários de Saúde do Estado e município, além do diretor do Santa Helena

MP fixa prazo de 48 horas para pagamento de salários de médicos do Santa Helena para evitar colapso Ele cobrou informações dos secretários de Saúde do Estado e município, além do diretor do Santa Helena

24/12/2024 às 11h31
Por: Redação
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MP fixa prazo de 48 horas para pagamento de salários de médicos do Santa Helena para evitar colapso Ele cobrou informações dos secretários de Saúde do Estado e município, além do diretor do Santa Helena

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP/MT), cobrou do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, do secretário de Saúde da Capital, Deiver Teixeira, e o diretor do Hospital Santa Helena, que no prazo de 48 horas prestem informações sobre a possível paralisação nos atendimentos do corpo clínico de ginecologia e obstetrícia por falta de pagamentos.

Segundo o promotor de Justiça, Allan Sidney Do Ó Souza, da 1ª Promotoria Cível, a defesa dos médicos que prestam serviços na unidade de saúde, protocolou junto à Promotoria um ofício informando que tem enfrentado atrasos reiterados e falta de pagamentos de salários e honorários, sem qualquer proposta concreta ou cronograma para regularização.

Conforme documento, na última sexta-feira (20.12), o corpo clínico chegou a buscar um entendimento com os responsáveis, mas como não foi estabelecido um prazo para a regularização dos pagamentos. A Promotoria foi então oficiada para que intercedesse na conciliação, evitando o colapso na saúde, afetando, mais de três mil atendimentos e cerca de 800 partos que são realizados, mensalmente, na unidade hospitalar.

O promotor de Justiça sugeriu que os secretários, Municipal e Estadual e a direção do hospital, avaliem a possibilidade de eventual equipe médica temporária para evitar a interrupção do atendimento médico, protegendo a população, enquanto o impasse financeiro não é solucionado. “A sociedade cuiabana e a população mato-grossense não precisavam de um presente de grego dessa envergadura, logo às vésperas do Natal”, ressalta Allan Do Ó Souza.

 

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