Quarta, 26 de Agosto de 2026
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Defesa de Bolsonaro nega tentativa de impedir posse de Lula: “Sempre defendeu a democracia” Réu por tentativa de golpe de Estado e em prisão domiciliar, o ex-presidente apresentou ao STF suas alegações finais dentro do prazo, na tentativa de ser absolvido

Defesa de Bolsonaro nega tentativa de impedir posse de Lula: “Sempre defendeu a democracia” Réu por tentativa de golpe de Estado e em prisão domiciliar, o ex-presidente apresentou ao STF suas alegações finais dentro do prazo, na tentativa de ser absolvido

14/08/2025 às 08h52
Por: Redação
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Defesa de Bolsonaro nega tentativa de impedir posse de Lula: “Sempre defendeu a democracia” Réu por tentativa de golpe de Estado e em prisão domiciliar, o ex-presidente apresentou ao STF suas alegações finais dentro do prazo, na tentativa de ser absolvido

Em alegações finais apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) no processo em que Jair Bolsonaro (PL) é réu, a defesa do ex-presidente afirma que ele jamais agiu para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que defendeu a democracia em todo momento. O prazo de entrega do documento era até quarta-feira (13/8).

“Em momento algum Jair Bolsonaro praticou qualquer conduta que tivesse por finalidade impedir ou dificultar a posse do então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Pelo contrário, sempre defendeu e reafirmou a democracia e o Estado de Direito”, sustentam os advogados, de acordo com informações do G1.

Veja as fotos

Foto: Ton Molina/STF
Jair BolsonaroFoto: Ton Molina/STF
A manifestação foi protocolada no âmbito da ação em que Bolsonaro é acusado de participar de uma trama para promover um golpe de Estado e impedir a posse de Lula. O documento entregue ao STF tem quase 200 páginas.

Para a Procuradoria-Geral da República (PGR), Bolsonaro exerceu o papel de líder da organização criminosa responsável por articular a tentativa de golpe, sendo também o principal beneficiário caso o plano tivesse sido bem-sucedido.

A defesa rebate as acusações e afirma que “o réu jamais aderiu a qualquer suposta conspiração” e que “as acusações são fruto de ilações e interpretações distorcidas de atos e falas descontextualizados”. Os advogados alegam ainda que “não há nos autos prova idônea que demonstre que Jair Bolsonaro tenha, de qualquer forma, atentado contra o livre exercício dos Poderes constitucionais, tampouco instigado terceiros a fazê-lo”.

Atualmente, o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, por tentar atrapalhar as investigações sobre a tentativa de golpe de Estado, segundo o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.

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