Quarta, 26 de Agosto de 2026
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Marcus Brito propõe lei de formação que aumenta salário das CAD , Maysa é contra

Marcus Brito propõe lei de formação que aumenta salário das CAD , Maysa é contra

21/02/2025 às 08h12
Por: Redação
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Marcus Brito propõe lei de formação que aumenta salário das CAD , Maysa é contra

Marcus Brito propõe lei de formação que aumenta salário das CAD , Maysa é contra

Em uma sessão tumultuada na Câmara Municipal de Cuiabá, a proposta de lei que estabelecia a obrigatoriedade de formação técnica para cuidadores de alunos com deficiência foi vetada, gerando controvérsias e indignação entre os vereadores e a população. A proposta, apresentada pelo vereador Marcos Brito Júnior em 20 de dezembro de 2024, visava regulamentar um curso técnico específico aprovado pelo catálogo nacional de cursos técnicos do Ministério da Educação, capacitando profissionais para atender a cerca de 2.000 alunos com deficiência na cidade, que dependem do apoio de mais de 1.000 cuidadores.

A iniciativa do vereador Brito Júnior estava alinhada a um projeto de lei da deputada federal Rosângela Moro(esposa do senador Moro) , que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados e aguardava aprovação no Senado antes de seguir para sanção presidencial. A expectativa era de que a regulamentação oferecesse não apenas uma formação adequada, mas também melhores condições de trabalho e remuneração para os cuidadores, que desempenham um papel fundamental na educação inclusiva.

Entretanto, o veto do prefeito Abílio, conhecido por seu alinhamento com a extrema direita e com o ex-presidente Jair Bolsonaro, surpreendeu a todos. Durante a discussão na Câmara, a vereadora Maysa Leão, do partido Republicanos, também se manifestou contra a aprovação da formação mínima, alegando que isso poderia impactar negativamente o orçamento da cidade ao aumentar os salários dos cuidadores. Essa postura gerou perplexidade entre os colegas e na plateia, que esperavam um respaldo à valorização dos profissionais que atuam na inclusão escolar.

O veto ao projeto levantou questões sobre os reais interesses por trás da decisão, uma vez que a formação adequada dos cuidadores é essencial para garantir o direito à educação de qualidade para todos os alunos, especialmente aqueles com deficiência. A situação evidencia um embate entre a busca por melhorias nas políticas públicas de inclusão e as resistências políticas que ainda permanecem em algumas esferas de poder.

Com a proposta vetada, a luta pela valorização e formação dos cuidadores em Cuiabá continua, refletindo um desafio maior na construção de uma sociedade mais inclusiva e justa. A expectativa agora recai sobre os próximos passos do projeto da deputada Rosângela Moro e a pressão da sociedade civil para que a questão da formação desses profissionais não seja esquecida.

Lembrando que a não aprovação mantém MM os cuidadores em ganho salarial abaixo de um salário mínimo , medo trabalhado 6 horas mínimo , e trabalhando 8 poderia passar de 2500 raias .

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