
Conforme a parlamentar, as aulas mencionadas devem ser ministradas por profissionais capacitados, como psicólogos, psicopedagogos, policiais e/ou assistentes sociais. Os temas abordados devem abordar os tipos de violência mais comum dentro das estatísticas como: física, psicológica, patrimonial e sexual.
“A violência não é apenas um ato de contato, mas toda a intenção da ação, seja verbal ou visual e com isso é importante que saibamos identificar e denunciar quaisquer atos que remetam ou advenham de uma possível violência”, relata Gisa Barros.